sábado, 15 de março de 2008
MELHOR TINTO DO MUNDO É PORTUGUES
A edição do Vinailes Internacionales 2008 elegeu o vinho português numa prova cega entre mais de três mil vinhos.
As vinhas da Casa de Ermelinda Freitas localizam-se na zona de Palmela e estendem-se por 130 hectares.
Alguém sabe quanto custa?
E quanto custava antes?
domingo, 9 de março de 2008
segunda-feira, 3 de março de 2008
das autonomias às minorias
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
PROBABILIDADE QUASE ZERO
Aposto que quase zero, mas aconteceu.
Obrigado Dona Cesária Évora e Monsieur Etienne Daho por um momento inesquecivel.
IMPRESSIONANTE
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
o triunfo dos porcos - edição remasterizada

MOMENTO HISTÓRICO

Para quem quiser viver a história em directo, a não perder, hoje á noite pela uma da madrugada na CNN, o ultimo debate entre os dois candidatos democratas á presidência dos Estados Unidos, Barack Obama e Hillary Clinton.
A vitória nas primárias democratas está ao virar da esquina para Obama. Esta é a ultima chance para Hillary Clinton virar o jogo a seu favor.
Um momento histórico.
domingo, 17 de fevereiro de 2008
ANTES DO GATO FEDORENTO
Um verdadeiro espectáculo de chorar a rir.
sábado, 16 de fevereiro de 2008
PORTUGAL E O JAPAO
Entre os séculos XVII e meados do XIX, o Japão manteve-se isolado do mundo, com todos os seus portos fechados a qualquer barco estrangeiro.
As excepções eram permitidas a alguns, poucos, barcos portugueses e holandeses em determinados e específicos portos, com estrito controlo.
A razão desta decisão, que manteve o Japão sem acesso a muitos produtos que se comercializavam no mundo, acontece pela influência que determinado povo teve na sociedade japonesa. Um povo, denominado os Portugueses, que foi o primeiro estrangeiro a ter contacto com o povo japonês em 1542. O oposto aconteceu também com Portugal a ser o primeiro pais europeu a ser visitado por japoneses em meados do século XI.
A influencia dos portugueses, nomeadamente através da introdução do cristianismo e da pistola, considerada negativa pelo governo japonês, levou a que o Japão optasse por uma politica de isolacionismo que se manteve ate 1854, quando os Estados Unidos forçaram o Japão a abrir-se de novo ao mundo exterior.
Em Quioto, um dos mais famosos e turísticos bairros tem o nome de Ponto.
Imaginam com toda a certeza porque…
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Que bom não ser o último!...
Ficar em 67º lugar, entre 278 municípios, segundo o dirigente político máximo do concelho, não deixa de ser uma posição elogiosa para Santa Maria da Feira, mesmo sabendo-se que, São João da Madeira, por exemplo, ficou em terceiro.
Ser Feirense sempre foi motivo de grande orgulho para mim, assunto de muitas conversas e excelente cartão de visitas na apresentação a desconhecidos. Bebi água do chafariz, brinquei nas Guimbras, aprendi a nadar no açude do Caster, ali bem perto no milheiral do "Tizé Coiteiro", joguei bola no Rossio, pedi "tostões" p'ró Santo Antoninho, atirei pedras p'ró lago, ajudei a mudar de sítio o carro do "Terra de Macieira", fiz parte dos "frinchas", "objectivo 33", dos "serenatas", "gato preto" e "Libartoni". Colaborei na caça aos gambuzinos, dei protecção ao "casal francês"… Enfim, um manancial de recordações que fazem da minha terra o palco apetecido da saudade, olhando-o, sempre, como local privilegiado da minha sobrevivência.
Um dia, surpreendentemente, cresci.
Cresci e vi também a minha terra a crescer. No plano viário e demográfico. Hotéis e residências, em vez de pensões. Coisa fina! Construções na vertical, a que insistem chamar de propriedade horizontal – gente a viver uma em cima da outra, para mim, não é a mesma coisa que, ao lado uma da outra. Cidade em vez de Vila. Derrube do Edifício escolar "património nacional" mas, como recompensa, adaptação a cinema, de futuro centro de exposições, nó da Auto-estrada e quejandas acessibilidades. Grandes superfícies comerciais, Europarque e Hospital. Zona nova da Cruz. Vida nocturna, Zona Histórica, uma rotunda… depois, mais três. Imaginarius e Semanas Medievais. Carros, cada vez mais carros. Novo Tribunal, Biblioteca e paralela à Rua Direita. Pessoas, cada vez mais pessoas.
Tudo, naturalmente, se alterou e continua a alterar-se.
Teremos, brevemente, o Lar S. Nicolau, a abrir portas. Ideia antiga?! Que será nova para tratar os "velhos", mas continuaremos a "sonhar" com outras realizações, de que o seu principal exemplo é a velhíssima Casa Mortuária. Se o sonho comanda a vida, que seja também a antecâmara da morte. O Rio Caster terá margens melhoradas. Será local de lazer e de prazer, mas, contrariando as expectativas, não irá secar. Não consta, ainda, que a nascente se esgote, nem que os seus "afluentes", a montante, sejam desviados. Os vinte e tal anos de promessa de implantação total de rede de saneamento básico continuam, tal e qual o seu promotor, na agenda de prioridades e na grande esperança santamariana. O estacionamento continua a ser assegurado e gratuito a todos os profissionais dos serviços, excepto aos que funcionam por turnos, em toda a zonas da cidade, das 8h00 às 19h00. Já os clientes, esses, dada a velha máxima de que o negócio vai de mal a pior, serão cada vez menos, motivo de preocupação. Também, que diabo!, pior estão aqueles que "… noutras cidades têm que deixar o carro a cinco quilómetros de distância"!...
Para concluir, é bom viver na terra que me viu nascer e crescer, orgulhoso de vê-la classificada em 67º lugar, num estudo que mediu o bem-estar e a qualidade de vida dos portugueses. Ficar em 67º lugar, entre 278 municípios, segundo o dirigente político máximo do concelho, não deixa de ser uma posição elogiosa para Santa Maria da Feira, mesmo sabendo-se que, São João da Madeira, por exemplo, ficou em terceiro. E se Santa Maria da Feira é a minha terra, que bom isso é para mim. Embrulharei esta prenda em papel de seda, da melhor, para, um dia, a poder mostrar à minha neta.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
You're Going To Need A Bigger Boat
Com 75 anos, faleceu no domingo Roy Scheider, responsável por uma das mais famosas frases do cinema americano, naquele que foi e ainda é um dos melhores filmes de sempre.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
NO SPACE CONSTRAINS
Se há coisa que este país não tem com que se preocupar é a falta de espaço.
Desde as estradas, as ruas, os edifícios, os quartos de hotel, os jardins, os espaços comerciais, e até a comida. Claro que, esta ultima parte, resulta em pessoas também bastante espaçosas.
Espero pelos meus primeiros contactos pessoais para confirmar a boa impressão dos contactos á distância.
domingo, 10 de fevereiro de 2008
LIVE AND IN THE FIELD
Vitórias significativas com percentagens na casa dos 60%.
Um passo importante para a Casa Branca.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
WHICH STAGE? MINE
"Autumnsong" - Manic Street Preachers
Manic Street Preachers will be awarded the 2008 God Like Geniuses Award, to honour their "outstanding, unique and innovative career in music".
regicídio, 100 anos.
Não importa apenas condenar a morte brutal de um chefe de estado às mãos da carbonária, um crime que a própria "entourage" republicana - consciente do jogo democrático - repudiou. Mais que o crime e a morte do Rei e do Príncipe seu sucessor, importa cada vez mais saber o que a brutalidade desse mesmo dia significou e sobretudo, colocar a nú o facto de desde essa mesma data, o Portugal do Século XX ter mergulhado e vivido muito longe da alternância democrática e constitucional que desde 1834, com o fim das guerras liberais, se vinha verificando.quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
RIP
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
the talented and the gifted to the stage
"Brianstorm" - Arctic Monkeys, do album "favorite worst nightmare" editado por domino records em abril de 2007.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
cartas na colômbia
"During these last years, we thought we had reached the limit of suffering, but after nine, eight, seven years of captivity we've reached the conclusion that the suffering caused by kidnapping knows no limits...
It is not the physical pain that wounds me, nor the chain around my neck that torments me, but the mental agony of all this, the evilness of bad people and the indifference of good people. It is as if we are worthless, that we do not exist. "
exxcerto de carta à rádio colombiana "caracol", que todos os domingos emite mensagens para os reféns detidos pelas FARC.
[At times he was too ill to walk and had to be carried:]
I couldn't walk for about five weeks. The painful journeys by hammock, crossing rivers, difficult terrain. The places where they would leave me, insects of all kinds would arrive - flies, mosquitoes, horseflies, spiders, all kinds of bees, of wasps. I'd shoo them away time and again...
I had to drag myself through the mud to relieve myself, with only my arms because I couldn't stand up...
I'd say my health held out for six years, but since then I've had repeated problems...
In the last four years we have had no books to read...Alan, Donato, Murillo and I, we try to study English sometimes for an hour a day... sometimes Russian. Alan is a good teacher.. We also play cards and dominoes.
Consuelito [Consuelo Gonzalez] will no doubt tell you many things about all we have been through during these years. s went on and I kept getting sick, I was limping, and eventually I needed to use two sticks as crutches..."
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
sobre o Estado e sobre a Religião
conferência do Governador Mitt Romney na bliblioteca presidencial George H. W. Bush em Dezembro de 2007.
sobre o Estado e sobre a religião e sobre o papel da tolerância religiosa no desempenho de cargos políticos. Trata-se de uma comunicação interessante e que debate temas de uma actualidade indiscutível atento o enquadramente internacional e as ameaças que hoje se desenvolvem ou se potenciam no mundo - algo que de resto tem sido objecto de meditação pelo papa Bento XVI, nomeadamente na compatibilidade entre a razão e a convicção religiosa.
Sobretudo serve de igual modo para perceber como a religião é indissociável do combate político nos Estados Unidos, independentemente do lugar ideológico a partir de onde tal combate político é feito (seja republicano, seja democrático). Mitt Romney faz a respectiva comunicação relembrando uma outra feita por Kennedy, quando este publicamente se declarou como católico.
açores e a national geographic traveler

A national geographic traveler considerou as ilhas dos açores como as segundas mais belas do mundo, considerando factores como a respectiva sustentabilidade ecológica, interesse histórico, cultural ou natural e a respectiva preservação. Chamem-me chauvinista! Quero lá saber... (ver aqui).
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
o referendum
A burocracia europeia enclausura-se cada vez mais sobre si mesma e cada vez menos quer saber o que pensam as comunidades políticas que a constituem... Viva a europa dos burocratas, dos corredores e das espeficicações técnicas cuja necessidade se questiona, mas que auguram e garantem um resplandecente futuro a toda a tecnocracia europeia.
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
portugal e a globalização
para que nos lembremos...
"When will we ever learn? The murder of Benazir Bhutto should finally convince us that we are in the midst of a crucial international war to stop Islamist terrorists destroying all that is best in our imperfect world.
Bernard-Henri Lévy, the French philosopher, points out that with Benazir Bhutto, they killed ‘a spectacularly visible woman’ who, whatever her flaws as a political leader, was astonishingly brave in fighting — uncovered, unveiled — for politics ‘and refusing the curse that, according to the new fascists [the jihadists], floats over the human face of women’.
Lévy suggests that Benazir’s name should now become another password ‘for those who still believe that the good genius of Enlightenment will win out over the evil genius of fanaticism and crime’. But the Enlightenment will be lost unless we all realise that we have to fight for it.
First of all we have to give up the luxury of pretending that the war with Islamism is our fault. It is not. It is a deadly serious attempt by reactionary theocrats, Sunni and Shia, to enslave as much of the world as possible. It is powerful — it has the resources of a rich state, Iran, behind its Shia arm, and oil wealth gushes into the coffers of its Sunni side.
‘The war on terror’ may not be the best of phrases, but it is a reasonable shorthand. Islamist terrorist murderers don’t kill decent and brave people because of mistakes made by President Bush or Tony Blair or President Musharraf or anyone else. They do so to destroy the chance of millions of Muslims and ‘infidels’ all over the world to live decent lives.
Secondly, the murder of Bhutto should also demonstrate — yet again — that this war is not the fault of the Israelis. The Islamists did not kill Benazir Bhutto because of concern about the West Bank. They killed her because they feared her power to give the Pakistani people more than the Islamists want them to have, and because they seek to push Pakistan into total chaos and unlimited carnage.
Third, Iraq is not the cause of this war — it is part of it. Remember one of the first terrible suicide murders committed in Iraq: in August 2003 al-Qa’eda killed Sergio Vieira de Mello, one of the UN’s most gifted officials, and many of his colleagues. De Mello was Kofi Annan’s special representative in Iraq and, like Annan, was opposed to the US war effort there. But al-Qa’eda denounced Annan as ‘America’s criminal slave’ and abused de Mello as ‘diseased’. They hated him in particular because he had helped Christian East Timor win independence from Muslim Indonesia — a heinous crime to al-Qa’eda.
Last month al-Qa’eda bombed a UN building in Algiers because, like de Mello, it was symbolic of the decent world which the Islamists want to destroy. Eleven UN officials were killed at once. And so it goes on.
The murder of Bhutto, the murder of UN officials, the countless murders of innocent Iraqis, the murder of Lebanese who fight for their democracy, the murder of commuters in Madrid and London are all part of the same war against people and life.
They are all part of the same deadly global ideology of hatred and despair. These assaults will not end if we retreat — from Afghanistan, from Iraq or anywhere else. Weakness will cause the terrorists to redouble their efforts.
Maysoon al-Damluji, a brave Iraqi woman who returned from London exile after the overthrow of Saddam to help build a decent society, put it well recently. ‘Both al-Qa’eda and Iran are working to create the most dangerous culture that humanity has ever known,’ she said. ‘It is based on hatred and ignorance and manifests itself through suppressing all kinds of freedoms, especially on women. If, God forbid, the American forces withdrew, mayhem would strike Iraq; it would spill out to the entire region and no country in the Middle East would be spared.’ She is right. And not just for the Middle East."





