quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

TENTATIVA

Diz a imprensa que nos bastidores dos recentes Grammys, Paris Hilton dirigiu-se a Sir Paul McCartney e convidou-o a gravar um dueto com ela.
Os relatos referem que Sir Paul achou bastante piada ao convite e disse-lhe que tinha que verificar a sua agenda.

Ninguém pode acusar a "piquena" de nao ter tentado.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Está bem... façamos de conta por Mário Crespo in JN

Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal. Que não houve tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões (contos, libras, euros?). Façamos de conta que a Universidade que licenciou José Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo.

Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das "melhores posições no Mundo" para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu. Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média. Façamos de conta que o "Magalhães" é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que "quem se mete com o PS leva". Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de "malhar na Direita" (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport. Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por "onde é que eu ia começar" a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a "falta de liberdade". E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus. Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores. Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso. Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Salvem os autarcas

Os autarcas sentem que a actual conjuntura económica é má. Ficam muito preocupados com as próximas eleições, porque podem ficar desempregados. Assim, preparam-se para gastar imenso do nosso dinheiro para ganharem as próximas eleições autárquicas, para poderem passar os próximos anos a gastar mais do nosso dinheiro pagando os seus salários. Tony Carreira e os Xutos vão ter um ano em cheio!

O estilo inglês

Há grande desperdício de dinheiro quando se alarga uma autoestrada para ter mais do que 2 faixas, porque as pessoas escolhem sempre as que ficam mais à esquerda. Às vezes penso que os portugueses estavam bem a guiar em Inglaterra.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

... da terra, com os edifícios

centro de artes, casa das mudas, calheta - madeira
arquitectura portuguesa contemporânea



To have the opportunity to photograph one of the most recognized and distinguished projects of national architecture in recent years is, above all, an enormous privilege. In the Center for the Arts, I encountered images that reflect the form through which I see architecture and the manner in which I like to safeguard such images.

To look at a work is above all a voluntary act and one of critical selection. Only afterwards can we actually move closer and situate ourselves in relation to it. Even if never absolutely dominating the view shot, the photographic eye is always and above all the realization of a particular way of seeing. These photographs are a visible part of a personal register that seeks to be an instrument for understanding reality.

From my experience at the Center for the Arts, I have retained the constant surprise and emotion of one who discovers a new work. What remains are the memory of the unexpected angles, the cut of the volumes against the loaming landscape, the frames resting on the interior light, the strength of the texture and richness of the stone, the confrontations between the opaque darkness and the transparent light of the glass.

The lasting sensation is that in some of these images everything seems to have prepared itself to be photographed, as if the Center for the Arts were waiting for a glance that would recognize and reveal its pose. Perhaps this is simply a furtive glance of one person's short stay in Calheta. I hope to return shortly.

Centro de Artes - Casa das Mudas, Calheta - Madeira
projecto de arquitectura por Paulo David.


The following images and text are courtesy FS + SG Fotografia de Arquitectura for Paulo David's Centro das Artes Casa das Mudas on Portugal's Madeira island. The text below is excerpted from photographer Fernando Guerra's essay, "A Short Stay" in Centro das Artes Casa das Mudas. Click on images at left for larger color views. [Google Earth link]



publicação original em a weekly dose of architecture

WHICH STAGE? MINE



Mais em http://www.myspace.com/hockey

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

proteccionismo

Há quem continue a dizer cobras e lagartos da globalização. De uma forma geral, é gente que ainda não se recompôs da queda ideológica sofrida há bastantes anos atrás, quando os sistemas políticos e económicos alternativos àquele que hoje é dominante, não sobreviveram à queda de um muro – ele próprio, símbolo há muito instituído da incapacidade dos sistemas comunistas e derivados, de propiciarem às populações que dominavam, senão a liberdade, pelo menos o bem estar social e económico, que as impedisse de se mandarem dali para fora.

Contudo, os ainda aduladores de quimeras totalitárias caídas em desgraça, ganham agora um outro e já velho conhecido aliado, para que se sintam ainda mais revigorados, no seu azedume radicalizado para com o capital. O novo protagonista – ainda que desprezando a argumentação cocktail molotov dos radicais anti-globalização – será seguramente um reforço de peso, para aqueles poucos radicalizadores que ainda se atrevem a esgrimir sequências gramaticais como argumento, em vez de, mais prosaicamente, se dedicarem ao vandalismo e à destruição urbana.

Aparentemente, a coberto da crise financeira, o proteccionismo, a autarcia económica, voltou a estar na moda e esse será o novo e grande aliado dos órfãos das utopias!

Primeiro, eram sinais que se adivinhavam e temiam (falhanço do Uruguai round), mas que se tornaram ainda mais escancarados, com alguns dos propósitos económicos da nova adminstração Obama – ele eleito pelo partido Democrático que, com D. Roosevelt e Harry Truman, tinha lançado as bases ideológicas e institucionais de um mundo partilhando valores democráticos comuns, assentes na prosperidade económica das nações, decorrente das denominadas vantagens comparativas em ambiente de comércio livre, conforme o aforismo económico clássico, desse judeu de origem portuguesa David Ricardo.

Não bastava assim, a denominada “buy american clause” pela qual a adminstração Obama, pretende circunscrever a aquisição de matéria prima aos Estados Unidos, deixando de lado todos os outros, nomeadamente os países africanos, para os avultados investimentos anunciados pela nova administração; nem bastavam os incentivos que a mesma Administração dará àqueles que optarem por manter as respectivas linhas de produção no seu país, renunciando a vantagens de alocação de investimento propiciadas por países terceiros; não bastava a revisão do denominado NAFTA e das respectivas relações com o Mercosul, visando a criação de um único mercado americano; nem bastava a nova guerra aberta pelo novo secretário de estado do tesouro com a China, a propósito da desvalorização artificiosa que o governo chinês sistematicamente opera (pelo dólar) da sua moeda, o yuan.

Sejam quais sejam os desenvolvimentos que o novo protecionismo assuma, uma coisa me parece clara: serão os países mais pobres e as respectivas populações (nomeadamente as agrícolas) que mais sofrerão com esta nova esquizofrenia económica das costas voltadas, pois serão eles que mais dificuldades sentirão em continuar a aceder aos mercados de maior rendimento, algo que, de uma maneira mais justa ou menos justa, sempre iria sendo permitido por um mercado verdadeiramente global. Se a crise mundial não ajudava, esta deriva proteccionista assumida pela nova Administração Obama, tornará ainda mais difícil a vida para aqueles países aonde o sedimento de uma certa desenvoltura económica, onde a qualificação e novos empregos, começava a tomar forma…

... não podem estar mais contentes os vândalos e os panfletários anti-globalização, pois simplesmente o que pretendem, é ver tudo aquilo que existe, pegando fogo!

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

a bíblia de lincoln


Obama jurou como Presidente sobre a Bíblia, na qual o mesmo juramento havia sido prestado por Abraham Lincoln. E muito mais do que a raça do novo Presidente dos Estados Unidos, há uma dimensão moral, valorativa, que é reafirmada por esse mesmo gesto, repetido sobre o livro dos livros outrora pertença de Abraham Lincoln: a afirmação dos Estados Unidos da América, como terra de liberdade, de afirmação pessoal e de dignidade de todos os homens perante Deus, independentemente da sua raça, ou do seu credo, da sua riqueza ou sabedoria. Foi essa, a profunda convicção de Abraham Lincoln, o primeiro Presidente Republicano dos Estados Unidos da América, que na incapacidade de fazer valer semelhantes princípios em todo o território (no Sul esclavagista e Democrático) não vacilou em conduzir um país à guerra civil, para que de uma vez por todas, essa dignidade de todos perante Deus e os Homens, pudesse constituir o princípio fundador e efectivo de toda uma Nação.

Foi essa a batalha de Lincoln e do partido Republicano, pela qual pagou com a sua vida, mas que permitiu que, quase 150 ano depois, um Presidente negro jurasse sobre as mesmas páginas do símbolo da fé, sobre as quais, aquele Lincoln jurara defender, com a ajuda de Deus, a igual dignidade dos Homens.

E foi sobretudo isso que mobilizou a América: a possibilidade de em Obama, ver novamente validados os mitos e princípios fundadores de todo um país. Foi a guerra civil 1861-1864, que para sempre determinou o caminho político da Nação Americana. E esse é o momento chave na histórica do mundo, que permitiu que todo ele agora se emocionasse nos valores e na dimensão histórica do juramento de Obama. Este, numa lição de profunda humildade e de compreensão da história e do papel que para sempre simbolizará na mesma, chamou aquela Bíblia de Lincoln e sobre ela voltou a jurar a sua defesa, para que o homem que o precedeu nos valores que Obama simboliza, pudesse finalmente sentir a grandeza das convicções e das ideias pelas quais, pagou com a própria vida.

A América emocionada nesse simples gesto, na sua simbologia, acreditou uma vez mais na sua genuína grandeza política e no futuro democrático do mundo.

May God continue to bless América!

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

WHICH STAGE? MINE





O álbum de estreia dos White Lies foi editado ontem e é ja apontado como um dos melhores primeiros álbums de uma banda de sempre.
As comparacoes são várias e vão desde Editors, Arcade Fire, Interpol, The Killers, Echo & the Bunnymen, ou mesmo os novos Joy Division.
Definitivamente um álbum a comprar.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

U2 DE VOLTA

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Created by Vancouver Film School student Christian Smith through the VFS 3D Animation & Visual Effects program. Sound Design by VFS students Jose Enriquez Rivaud & John Sawa.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

uma vã esperança na pop





É. Este blogue já vai acumulando anos. E por isso torna-se já necessário fazer uma pesquisa para encontrar assuntos sobre os quais já faláramos, pois o tempo dispersou a sua memória. O resultado da pesquisa era este e decorre da publicação do novo álbum dos notwist “the devil you + me”. Depois destes anos – e de alguns posts sobre estes alemães absolutamente geniais – eis que são eles que reactualizam a minha vã esperança na pop. Tudo o resto que se ouve, ou é patético ou é estafado até ás tripas! Que soem apenas os notwist e que o universo da pop seja apenas o seu “gloomy planet”, perdendo-se tudo o resto, para um buraco negro…

"gloomy planets" - the notwist, do álbum "the devil you+me" editado por domino records, em Outubro de 2008.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

BLUR ESTAO DE VOLTA

Já sei que nem todos se regozijam quando alguma banda decide voltar a reunir-se e, mais que não seja, dar uma prenda aos seus fans.
Mas, parece-me que a data de validade dos Blur está ainda longe, e a promessa de voltar a estúdio no próximo ano é, no minimo, excitante.
Em 1996 (porra já lá vão 12 anos), tive a oportunidade de assistir a um magnifico concerto dos Blur no Coliseu dos Recreios em Lisboa, e não vejo a hora de voltar a sentir as mesmas emocoes.
Já não falta muito...
Ah, e adivinha-se nova guerra Oasis vs Blur pelo melhor concerto do próximo verão.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

a senate seat for sale



VENDE-SE: lugar de Obama no senado por favores políticos e vantagens económicas. Por favor contactar Blagojevich, governador democrata, illinois.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

CASAMENTOS 3D

Se por vezes não funciona na mesma dimensão porque não casar em dimensoes diferentes.
Será concerteza mais fácil, ou talvez não?

"In a reflection of Japan's obsession with escaping reality, more than 1,000 people have signed an on-line petition to present to the government to establish a law permitting marriage to comic characters.

Comic books known as "manga", animated "anime" films and on-line virtual reality games have become increasingly popular in Japan, with fictitious characters frequently elevated to celebrity status.

Among the most high profile of manga fans is the current prime minister Taro Aso, who recently complained he had not had time to read any comic books since taking office last month.

The on-line campaign for cartoon marriages was masterminded by Taichi Takashita who claimed he was motivated to pursue the unusual change in law because he felt more at ease in the "two dimensional world" than reality.

"I am no longer interested in three dimensions. I would even like to become a resident of the two-dimensional world," he wrote.

"However, that seems impossible with present-day technology. Therefore, at the very least, would it be possible to legally authorise marriage with a two-dimensional character?" A growing number of Japanese "otaku" geeks are spending an increasing amount of time escaping the social challenges of modern-day life by seeking refuge in the "virtual" two-dimensional reality of manga, anime and on-line games.

While single sex marriage is not permitted in Japan, the popularity of the cartoon-human unions was instantly apparent this week as more than 1,000 were enlisted to the campaign.

Among them, one supporter wrote: "For a long time I have only been able to fall in love with two-dimensional people and currently I have someone I really love.

"Even if she is fictional, it is still loving someone. I would like to have legal approval for this system at any cost."

Cortesia "The Telegraph"

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

WHICH STAGE? MINE



Directamente do outro lado do mundo.

sábado, 22 de novembro de 2008

O PERU DE PALIN


Para ver com legendas clicar aqui.
Cortesia Jornal Público

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

VENHA O PRÓXIMO

Em 29 de Setembro escrevi:

"Northern Rock, Lehman Brothers, Merrill Lynch, Wachovia, Bradford & Bingley, ....

Quem será o próximo?
E quando a esta lista se acrescentará um nome português?"

Bem já conseguimos ter 2: Banco Português de Negócios e Banco Privado Português.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

um presidente diferente, um mundo igual

"Barack Obama has won the presidency of the United States of America, and on this occasion, I would like to send several messages.

First, a message of congratulations to the Muslim Ummah on the American people's admission of defeat in Iraq. Although the evidence of America's defeat in Iraq appeared years ago, Bush and his administration continued to be stubborn and deny the brilliant midday sun. If Bush has achieved anything, it is in his transfer of America's disaster and predicament to his successor. But the American people, by electing Obama, declared its anxiety and apprehension about the future towards which the policy of the likes of Bush is leading it, and so it decided to support someone calling for withdrawal from Iraq.

The second of these messages is to the new president of the United States. I tell him: you have reached the position of president, and a heavy legacy of failure and crimes awaits you. A failure in Iraq to which you have admitted, and a failure in Afghanistan to which the commanders of your army have admitted. The other thing to which I want to bring your attention is that what you've announced about how you're going to reach an understanding with Iran and pull your troops out of Iraq to send them to Afghanistan is a policy which was destined for failure before it was born. It appears that you don't know anything about the Muslim Ummah and its history, and the fate of the traitors who cooperated with the invaders against it, and don't know anything about the history of Afghanistan and its free and defiant Muslim people. And if you still want to be stubborn about America's failure in Afghanistan, then remember the fate of Bush and Pervez Musharraf, and the fate of the Soviets and British before them. And be aware that the dogs of Afghanistan have found the flesh of your soldiers to be delicious, so send thousands after thousands to them.

As for the crimes of America which await you, it appears that you continue to be captive to the same criminal American mentality towards the world and towards the Muslims. The Muslim Ummah received with extreme bitterness your hypocritical statements to and stances towards Israel, which confirmed to the Ummah that you have chosen a stance of hostility to Islam and Muslims.

You represent the direct opposite of honorable black Americans like Malik al-Shabazz, or Malcolm X (may Allah have mercy on him). You were born to a Muslim father, but you chose to stand in the ranks of the enemies of the Muslims, and pray the prayer of the Jews, although you claim to be Christian, in order to climb the rungs of leadership in America. And so you promised to back Israel, and you threatened to strike the tribal regions in Pakistan, and to send thousands more troops to Afghanistan, in order for the crimes of the American Crusade in it to continue. And last Monday, your aircraft killed 40 Afghan Muslims at a wedding party in Kandahar. As for Malik al-Shabazz (may Allah have mercy on him), he was born to a black pastor killed by white bigots, but Allah favored him with guidance to Islam, and so he prided himself on his fraternity with the Muslims, and he condemned the crimes of the Crusader West against the weak and oppressed, and he declared his support for peoples resisting American occupation, and he spoke about the worldwide revolution against the Western power structure.

That's why it wasn't strange that Malik al-Shabazz (may Allah have mercy on him) was killed, while you have climbed the rungs of the presidency to take over the leadership of the greatest criminal force in the history of mankind and the leadership of the most violent Crusade ever against the Muslims. And in you and in Colin Powell, Rice and your likes, the words of Malcolm X (may Allah have mercy on him) concerning "House Negroes" are confirmed.
You also must appreciate, as you take over the presidency of America during its Crusade against Islam and Muslims, that you are neither facing individuals nor organizations, but are facing a Jihadi awakening and renaissance which is shaking the pillars of the entire Islamic world; and this is the fact which you and your government and country refuse to recognize and pretend not to see.

As for the third message, it is to the Muslim Ummah. I tell it: America, the criminal, trespassing Crusader, continues to be the same as ever, so we must continue to harm it, in order for it to come to its senses, because its criminal, expansionist Crusader project in your lands has only been neutralized by the sacrifices of your sons, the Mujahideen.

This, then, is the path, so stick to it."


Extracto da mensagem de al-zawahiri, dirigente da al-Qaeda, difundida hoje, dia 19 de Novembro de 2008, em sites islâmicos. Para um leitura completa, ler aqui.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

... da terra, com os edifícios.

casa PR, quinta da gramela, pombal
arquitectura portuguesa contemporânea



No limite das planícies do rio Arunca, e vincado por um talude coroado por uma rua privada da Quinta, o terreno é fortemente caracterizado pelos diferentes níveis de cota pontuados por árvores aleatórias.A exigência dos clientes era única e objectiva, também pouco flexível, ambos defendiam saberes e experiências vivenciais diferentes, e tudo isso era reflexo de um só projecto. A receita estava em cruzar a informação conseguida pela análise individual de cada um e transforma-la em conceito levado até as ultimas consequências sem o desvirtualizar.A solução de adequar o projecto ás duas cotas distintas, resolveu a volumetria e parte do programa. Paralelamente houve o cuidado de conduzir a luz a todas as zonas da habitação de uma forma simples e directa sem se sobrepor à envolvente. O piso térreo assume-se como um largo muro de suporte em pedra, que alberga todo o programa de serviços domésticos e garagem. O piso íntimo descansa sobre o dito muro, projectando-se sobre a sala de estar limitada a panos de vidro, fragilizado pelo deslocamento do pilar no limite da viga. O volume de betão esconde os vãos e valoriza a privacidade, como se retirasse-mos fatias de um bolo privilegiando o núcleo.A luz atravessa os volumes em todas as direcções e nos vários sentidos.O homem pode viver a arquitectura como a pensa, Mas vive na arquitectura como se sente bem.

Texto original publicado na revista Arkinetia

p&r arquitectos p&r arquitectos en arkinetia
Fotos: FG+SG Fernando Guerra + Sérgio Guerra
Fotografia: Fernando Guerra
Produção Fotográfica: Sérgio Guerra

Autores: p&r arquitectos lda.
Promotor: Pedro Santos e Rita Cordeiro
Ano: 2005
Localização: Bairro da Bela Vista, Quinta da Gramela, Pombal

A CRISE ESTÁ PARA DURAR

Depois de nos primeiros nove meses do ano ter despedido 23.000 empregados, o Citigroup anunciou hoje que pretende dispensar mais 52.000 funcionários até á próxima sexta-feira.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

DÚVIDA

Alguém me sabe dizer se um cidadão com dividas ao fisco se pode candidatar a Presidente da Junta?

terça-feira, 11 de novembro de 2008

portugal e a história, 1914 - 1918

A medida de um país, é também a medida da sua história e o modo como ela é aceite e vivida no presente. Neste aspecto central para a maturidade cultural dos povos, no modo como eles se entendem , como assumem a sua história, a medida do meu país, é uma pequena medida, ainda que seja enorme a sua história. O esquecimento total e absoluto, daqueles que se sacrificaram em Africa e na Flandres, durante a primeira guerra mundial, é mais um episódio triste de como intenções políticamente turvas, pretendem estreitar o nosso passado a uma sequência politicamente correcta, obliterando dele, tudo aquilo que possa causar calafrios à urbanidade e cosmopolitismo dominante. África e Flandres, foram palco de sacrifícios enormes, de carnificinas pelas quais muitos portugueses passaram.

O silêncio absoluto do Estado Português sobre o armistício celebrado nesta data, que pôs termo a um elemento central da história do mundo e da nossa história do século XX, não constituí senão um branqueamento, talvez deliberado, e um exemplo mais de ingratidão de todo um país pela memória daqueles que se viram na contingência de lutar e morrer na defesa dos seus interesses. Essa ingratidão, de resto, não é episódio único da história recente para com os militares e para com o compromisso que, independentemente das razões políticas, os mesmos assumiram perante a pátria.

A história daqueles que lutaram na Flandres e em África na Grande Guerra (bem assim como em todos os outros locais, em diferentes tempos) não pode ser ignorada, no dia em que se celebra o armistício da Grande Guerra.

Aqui, a lembrança dos factos.

foto "corpo expedicionário português: soldados portugueses nas trincheiras, durante a batalha de la Lys, em 1918 - colecção particular."

sábado, 8 de novembro de 2008

O NOSSO AMERICAN DREAM

Aproveitando a temática das eleições americanas e lendo a noticia da pena de três anos e três meses de prisão a que foi condenada Fátima Felgueiras em cúmulo jurídico pelos crimes de peculato, interrogo-me se este nosso pequeno espaço europeu não evidencia ele próprio um certo conceito de American Dream? Perverso, sujo, é certo, mas para uma determinada franja da população – vulgo trapaceiros – não será este o país no qual devem apostar?

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

feirafranca weekend lounge



"the louvre is in lisa´s hands" - jason mraz na ponte das artes, paris 2007.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

things we should be looking for



james bond "quantum of solace" - sony pictures

uma perspectiva sombria

Para John Mearsheimer a política das grandes nações é, invariavelmente, uma tragédia. Essa constatação é óbvia e não precisa Mearsheimer de recuar muito no tempo (e na história) para encontrar exemplos trágicos significativos, e globais. Mas o que motiva Mearsheimer, além das tragédias manifestas, é comprovar teoricamente que as mesmas acontecem, em momentos particulares da história, quando o enquadramento dos protagonistas globais, obedece a um conjunto de tendências e dados objectivos, cuja verificação conduz, invariavelmente, a um momento decisivo na história, o mesmo é dizer, um momento sempre infeliz e trágico.

Há um petição de princípio em Mearsheimer e que aqui se subscreve: todo o Estado é por essência predatório, ou seja, a lógica que o mesmo desenvolve na cena internacional, visa unicamente e em última análise, a maximização dos proveitos que o mesmo pode retirar da fraqueza ou debilidade internacional dos outros, procurando Mearsheimer igualmente demonstrar – o que aqui, por ora, é secundário – o modo pelo qual, todo o Estado o faz.

Estabelecida aquela petição de princípio que nos remete para uma visão REALISTA das relações internacionais (sobretudo fundamentadas por Hans Morgenthau, ou Henry Kissinger) importa pois convocar e descrever historicamente, todas aquelas situações, que sendo particulares mas manifestas, conduziram invariavelmente, a tragédias humanitárias. E elas são: as Guerras Napoleónicas, a Grande Guerra e a Segunda Guerra Mundial. E em todas estas circunstâncias absolutamente trágicas para o mundo, a situação internacional que lhe antecedia, era caracterizada pela polarização do poder, ou seja, nenhuma das grandes potências internacionais (França, Inglaterra, Rússia, Áustria-Hungria, Alemanha e a partir de determinado momento, Estados Unidos) possuía a capacidade económica e militar suficiente, para se impor a todas as demais, facto que acentuou a competição entre todas elas e consequentemente, o respectivo atrito internacional, com as consequências que todos, de resto, conhecemos.

Ainda seguindo Mearsheimer, a estas circunstâncias opõem-se aqueles outros momentos na história e nas relações internacionais, em que havia um dominador único – ou seja, um Estado capaz de se impor económica e militarmente, ao poder de todos os demais – sendo que tais momentos, corresponderam, invariavelmente e de igual modo, a períodos da história mundial de paz e/ou de desenvolvimento económico. Aqui Mearsheimer reporta-se à Inglaterra pós-Congresso de Viena, até à antecâmara da Primeira Guerra Mundial, e à disputa Estados-unidos, União-Soviética, após a Segunda Guerra Mundial, até ao 11 de Setembro. Esses outros períodos da História, são assim unipolares ou então bipolares, quanto a quem é internacionalmente dominante, por oposição àqueles outros polarizados, ou multipolares, que conduziram ás fatalidades históricas relatadas.

E um mundo multipolar é aquele que cada vez mais se adivinha, agora que Obama é o Presidente dos Estados Unidos da América. E essa multipolaridade não decorre apenas do crescente domínio regional exercido por Rússia, China ou Índia (e que se concentra num único espaço físico, o oriente). A multipolaridade de hoje, tem igualmente a ver com aquilo que poderá ser uma alteração de postura dos Estados Unidos da América no mundo, a pedido de todos os politicamente bem-pensantes e intencionados. A questão fundamental e sobre a qual pouca gente discorre, é que isso traz custos potencialmente tenebrosos para a humanidade, pois acentuará no futuro, a competição e o atrito por zonas de influência, uma vez que todos os restantes competidores internacionais, percebem que os Estados Unidos deixaram de demonstrar empenho e vontade política naquele mundo bipolar/unipolar que nos garantiu 64 anos de paz.

E para demonstrar os custos que essa retirada ou menor empenho dos Estados Unidos trará para a humanidade, basta fazer um simples exercício: a retirada anunciada por Obama do Iraque. A acontecer nos moldes anunciados – 16 meses – tal implica não só o reconhecimento do domínio regional no médio oriente do Irão, que procurará capitalizar em toda a medida e por todos os lados, esse ganho imprevisto, aprofundando uma parceria com a Rússia, destabilizando a Turquia, mas sobretudo dará um sinal tenebroso a Israel, de que politicamente conta apenas com ele próprio e terá de haver-se sozinho, com todos os seus antagonistas, nomeadamente aqueles que pretendem a sua irradicação do mapa. E isso é uma perspectiva trágica, que só de a assentar no papel, dá arrepios na espinha…

Os Estados Unidos são pois vector fundamental e talvez, o vector único para o mundo ocidental, na prevenção das tragédias futuras. E por isso Obama, depois da retórica sem dúvida brilhante que o pôs na Casa Branca, e depois do facto de o mundo o ter efusivamente celebrado, se pretende que assim continue a ser por muito tempo, não mudará uma vírgula naquilo que tem sido feito, ainda que encha a boca com a palavra mudança. E isso hoje, parece fundamental, para poupar o resto do mundo à sua própria tragédia.

Que Deus continue a abençoar a América.


"the tragedy of great power politics" por john mearsheimer, em versão portuguesa editado pela Gradiva, 20 euros mais caro do que pedir o livro pela Amazon.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Agora que o paternalismo europeu esfrega as mãos de contente, com o resultado das eleições norte-americanas e transforma de repente, aquilo que era antes um ninho de ratazanas imperialistas e capitalismo necrófago, num campo infinito de virtudes absolutas, veremos em que medida esse estado de graça prossegue, quando a elegância da retórica der lugar ao realismo político do dia-a-dia. Como por aqui, mesmo nos tempos mais dificeis, nunca se malhou indiscriminadamente nos Estados Unidos da América e sempre se fez fé naquilo que são os seus valores de individualismo, liberdade e democracia, por aqui se prossegue na respectiva admiração, acrescida de uma esperança algo vã, de que o velho mundo (o europeu) aprenda alguma coisa de útil com o novo mundo e se deixe de preconceitos e de paternalismos relativamente a tudo aquilo que se passa no continente americano, de norte, a sul.

Não há geografia no mundo onde o Homem, enquanto indivíduo, enquanto ser capaz de transformar as suas reduzidas possibilidades, mais tenha sido desafiado, mais tenha sido posto á prova e vencido. E essa lição imensa e sem paralelo, a europa cansada, acomodada, ameaçada e muitas outras vezes estúpida, devia há muito ter aprendido, porque a respectiva salvação, não pode vir de outro sítio, senão desse outro lugar da terra , aquele que atravessa o norte e o sul da humanidade, aquele que sempre nos estendeu a mão, por mais estúpidos que tenhamos sido.

Hoje em particular, que Deus abençoe a América.

WELL DONE AMERICAN PEOPLE



The 44th President of the United States of America

terça-feira, 4 de novembro de 2008

things we should be looking for



"hollywood mon amour, 80´s movie songs reinvented" por Marc Collier - "eye of the tiger", marc collier feat. katrine ottosen, editado em outubro de 2008, por pias recordings - frança.

PS: dedicado ao próximo presidente dos estados unidos, seja ele quem for...